o escopo central do presente blog
Vou escrever aqui besteiras e inutilidades que venham à cabeça. Comentários sobre o que estou lendo, sobre o que vi e me pareceu interessante, ou sobre aqueles acontecimentos que de tão únicos, tão particulares, nos ensinam mais sobre o que é universal.
Não há qualquer talento em vista. Não há qualquer talento no autor nem no que ele escreve. Quem busque algum talento, que vá ao blog da Bruna surfistinha. Só publicarei o que for dispensável, o que for inútil, o que sair de uma cabeça desocupada e sem qualquer capacidade de reflexão mais apurada.
Pensei um pouco antes de empreender essa tarefa, mas descobri que o tempo que reservamos para dedicar a esse tipo de “passa-tempo” está exatamente entre aquele que nós precisamos desperdiçar inutilmente para que nos reste algum tempo realmente útil.
Como estou virando um pragmático, no mal sentido, a utilidade se tornou algo central, de modo que só penso na produtividade, no tempo líquido, no resultado das coisas.
E, como, por outro lado, a inutilidade é útil à utilidade, tentarei fazer, enquanto escrevo para esse blog, exatamente algo inútil com o meu tempo.
A quem quiser perder algum tempo, esse blog poderá interessar um pouco; a quem perde tempo com outras inutilidades, à vontade...
Essa é minha inutilidade particular e uma forma pela qual poderei compartilhar de observações em sua maioria inúteis sem qualquer fim realmente útil, com leitores que, a rigor, não me servirão de nada.
Como há quem diga que a boa leitura não tem que ser útil, pode ser que, no fim, como leitura, essa história se torne útil em algum sentido. O que será uma pena, pois me dará trabalho arrumar outra coisa inútil para fazer.
Não há qualquer talento em vista. Não há qualquer talento no autor nem no que ele escreve. Quem busque algum talento, que vá ao blog da Bruna surfistinha. Só publicarei o que for dispensável, o que for inútil, o que sair de uma cabeça desocupada e sem qualquer capacidade de reflexão mais apurada.
Pensei um pouco antes de empreender essa tarefa, mas descobri que o tempo que reservamos para dedicar a esse tipo de “passa-tempo” está exatamente entre aquele que nós precisamos desperdiçar inutilmente para que nos reste algum tempo realmente útil.
Como estou virando um pragmático, no mal sentido, a utilidade se tornou algo central, de modo que só penso na produtividade, no tempo líquido, no resultado das coisas.
E, como, por outro lado, a inutilidade é útil à utilidade, tentarei fazer, enquanto escrevo para esse blog, exatamente algo inútil com o meu tempo.
A quem quiser perder algum tempo, esse blog poderá interessar um pouco; a quem perde tempo com outras inutilidades, à vontade...
Essa é minha inutilidade particular e uma forma pela qual poderei compartilhar de observações em sua maioria inúteis sem qualquer fim realmente útil, com leitores que, a rigor, não me servirão de nada.
Como há quem diga que a boa leitura não tem que ser útil, pode ser que, no fim, como leitura, essa história se torne útil em algum sentido. O que será uma pena, pois me dará trabalho arrumar outra coisa inútil para fazer.

4 Comments:
É isso aí, Pablo!
Bem-vindo ao mundo dos blogueiros. Afinal, "a gente somos inútil", mesmo (sic).
Bj!
eitcha! que legal! continue com as inutilidades, adorei.
beijo!
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obá!
blog novo! :*
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